
Olá novamente!
Agora vamos falar sobre o nosso ilustríssimo Senhor DJ!
O melhor é que além de contar como cheguei até ele, vou dizer o que achei dos serviços prestados...
Pra falar a verdade, não houve busca de dj, porque lá na Mansão logo nos disseram que o "perigo" de contratar dj de fora é que, como a Mansão é tombada como patrimônio, não pode haver reformas e modificações sem o consentimento das autoridades (sejam lá quem forem).
O que tem isso a ver com o dj? Bem, é que queríamos música no andar de cima da Mansão, a mesma música lá da pista, só que em volume beeem mais baixo. Portanto, a fiação deveria ser passada por fora da casa. Portanto, se o suposto dj contratado não soubesse fazer o serviço corretamente, corria o risco de danificar alguma coisa da casa (já pensou se ele dava uma pezada e quebrava um dos vidros? ou arranhasse a pintura? ou quebrasse alguma coisa?). E se danificasse, além da gente pagar qualquer fortuna, capaz de levarmos algum processo.
Então, não pensamos 2 vezes e contratamos o DJ indicado pela Mansão.
O QUE FOI CONTRATADO E O QUE FOI ENTREGUE (E A PÉROLA DO DJ):
Tínhamos 3 opções para a pista: a simples, a completa (e carésima) e a intermediária. Logicamente nossos bolsos falaram mais alto e contratamos a intermediária. Isso englobava iluminação legalzinha (não precisava ser o must, já que a pista nã era tão grande), máquina de fumaça, estrobo, 2 traves com luzes, luz negra, globo, etc, etc, etc.
Cerca de um mês antes do casamento tentamos marcar a reunião com o dj, tentamos várias vezes, mas o dj nunca conseguia estar lá. Duas semanas antes, conseguimos, mas chegando lá falamos com um funcionário dele, porque ele mesmo não estava.
Seguimos a lista de tipos de música e deixamos claro que não queríamos forró, sertanejo, axé recente, pagode, quadrilha, funk pancadão de mal gosto, heavy metal, etc. Dissemos que queríamos música ambiente durante o coquetel (antes de abrir a pista), especificamente Frank Sinatra, e fizemos uma listinha de músicas de baladas que nos marcaram durante a adolescência e os primeiros anos dos nossos vinte anos, quando, cada um do seu lado, fazíamos muitas baladas com os amigos.
E tinha uma música que o Mauro é vidrado, do filme "O Último dos Moicanos", que ele queria que tocasse. E mandamos o mp3 depois.
Tudo acertado, fomos embora.
O que foi feito - e a pérola master
No dia do casamento, nosso dj não foi o combinado, nem com o qual falamos no dia da reunião. Tinha um pára-quedista mandando no som!!
Nossa entrada foi conforme planejado, tudo correu bem até... a valsa. Valsamos nossa música, óóótimo.
Aí que entra a Pérola que eu mencionei. As palavras do dj foram:
"- Senhoras e Senhores, agora o noivo vai dançar com sua sogra e a noiva... com seu GENRO!"
Vem cá... eu estava recém casada, com 29 anos de idade, como que eu poderia dançar com o meu genro????
ABSUUUURDOOOO!
Durante o coquetel o que tocaram? BALADA. O que eu pedi? Frank Sinatra.
Começaram a pista com o som legal, mas logo o que tocou? Sertanejo, forró, pancadão... ninguém merece...
Enfim, o DJ foi um fiasco. Droga total.
Ah, ele tocou a música que o Mauro queria? NÃO.
Tocou as músicas que fizemos a listinha? NÃO. E olha que entregamos o nome da música e do grupo.
Ah! Esqueci de mencionar... a iluminação da pista que fizeram pra gente foi a simples! Legal né?? rs...
Enfim... não dá pra prever, né. Fazer o que...
Beijocas!
Aconteceu muita coisa desde que eu postei sobre o carro. A coisa mais importante é que eu já casei!
Mas a boa notícia é que eu não vou abandonar o blog. Vou dar uma olhada no check list do casamento, ver os posts anteriores e completar a minha saga!
Aguardem que eu estou empolgada!
Beijocas!