Juliana, Tath, Giovana, Eliana Luz e Vivi, obrigada pelos recadinhos!!
Esse foi outro contrato sofriiiiido... foi quase 1 parto.
Nós pedimos pra minha linda mamãe que escolhesse o grupo, a formação e o repertório pra tocar na Igreja.
Tínhamos muitos orçamentos, nas mais diferentes formações, mas nada a agradava.
Até que ela se dispôs a ir visitar as empresas, nas igrejas, vendo-as tocar nos casamentos dos outros (foi daí que viramos ratos de casamento!).
Para quem não acompanhou, e não sabe, minha mãe é pianista, musicista, toca piano desde a barriga da minha avó (rs) e conhece muito música erudita. É praticamente impossível encontrar alguém que tenha o mesmo nível de conhecimento que ela. E ela trabalha duro de segunda a sábado, e quase não tem tempo pra ela.
Voltando ao assunto...
Um belo dia a Amandica postou no Clube 1 anúncio de 1 grupo que iria se apresentar na Capela da PUC. Que feliz coincidência!
E lá fomos nós 4 (eu, Mauro, minha mãe e a mãe dele, que estava em SP na época) pra PUC, num domingo, assistir o tal grupo.
A apresentação foi emocionante, minha mãe andava de um lado a outro da igreja analisando os músicos, a acústica, os acordes, subiu para vê-lo de perto, a movimentação, etc. E nós 3 (eu, Mau e sogrinha) lá embaixo estávamos embalados pelas músicas, emocionados e muito felizes.
Acabou a apresentação e o grupo iria atender aos interessados numa salinha ao lado. Acabou que a primeira reuniãozinha com eles transformou-se num agradável campo de “combate”, entre os músicos e minha mãe. Os 2 lados se avaliavam e minha mãe estava cada vez mais bem impressionada.
E como não poderia deixar de ser, em casa de ferreiro o espeto é de pau, e eu, Mauro e a mamis dele estávamos boiando em 80% do papo deles. Até que se tocaram e resolveram ilustrar tudo que estavam falando. E começaram a cantar as músicas e a tocá-las na flauta. Foi lindo-lindo-lindo. Saímos de lá nas nuvens, mas com nada fechado.
E seguimos procurando. Visitamos, visitamos, visitamos, orçamos, negociamos, afff...
E num dia, qdo estávamos em uma igreja avaliando outro grupo, qual a nossa surpresa qdo soubemos que no casamento seguinte quem iria tocar era o Del Chiaro?
E ficamos na igreja, e assistimos o casamento e pudemos comparar a qualidade dos 2 grupos.
Minha mãe saiu de lá decidida e convencida a fechar com o Del Chiaro.
Primeiro ela fez um suspense, mas no fds seguinte teria apresentação do Del Chiaro na PUC novamente e lá fomo nós. E, no final, minha mãe bateu o martelo e fechou o negócio!
Estão todas convidadas à nossa Cerimônia religiosa, porque, desculpem os termos, vai ser do ca-ra-lho!!!!!! Rs...
Beijocas!![]()

Tath, Lucélia, Cyn, Giovana, Vivi, Cris, Lú, Ju, Thatá e Gi, obrigada pelos recadinhos! Realmente, Assessoria vale a pena!
O mais legal destes meses pré-casamento e as providências é que o Mauro participa de tudo, vai a todos os lugares, opina, sugere, apóia... é meu braço direito e esquerdo. E me faz muito feliz sendo assim!
Portanto, nada mais justo do que eu ir com ele escolher o terno do grande dia né?
A procura demorou alguns meses, mas foi muito legal porque desde que ele viu a roupa que ele fechou até o dia que fechou definitivamente, foram cerca de 3 meses, e ele teve tempo de pensar, analisar os custos, e no final nada foi feito por impulso.
A loja onde ele alugou o traje fica na Rebouças, quase em frente à Black Tie. Chama-se Maison Rigor.
Nós fomos direto pra Rebouças, e fomos entrando de loja em loja, ele experimentando tudo que aparecia pela frente até que encontramos!Olha que traje lindo... ele vai ficar um gato!

Beijocas!! ![]()
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